Muito se discute sobre o
bullying hoje em dia (eu mesmo tenho páginas e mais páginas para falar sobre as minhas experiencias), mas o fato é que todos nós passamos por isso, em maior ou menos grau. Claro que faz parte do processo aprender a conviver com as próprias diferenças e as diferenças dos outros, mas é fato que a sociedade rotula. A proposta do fotógrafo
Steve Rosenfield com o projeto "
What I Be Project" é, como ele mesmo diz, criar segurança, através da insegurança, trazendo retratos de pessoas exibindo nos seus corpos suas maiores inseguranças, respondendo a pergunta: "
Eu não sou meu(minha…)" no corpo exibindo o tipo de julgamento que estava acostumada a ouvir das pessoas.
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| “Eu não sou minha aparência exterior” Roberto Comochingas (na pele escrito: “Mau”) |
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| “Eu não sou o meu turbante” Makhan Virk (na pele escrito: “Terrorista”) |
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| “Eu não sou o meu aborto” Michelle Camp (na pele escrito: “Assassina”) |
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| “Eu não sou minha adoção” Michael Franti (na pele escrito “A criança que ninguém quis”) |
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| “Eu não sou o meu corpo” Margaret Harris (na pele escrito “Feia, não atraente.”) |
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| “Eu não sou minha invasão” Lesley M-i (na pele escrito “Violentada”) |
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| “Eu não sou o meu distúrbio alimentar” Alexandre Candide (na pele escrito: “A criança gorda”) |
A reflexão que eu fiz depois de ler essa matéria no Hypeness aconteceu em duas partes, primeiro: nós, a sociedade (você, eu e todos), temos a grave tendência de rotular, escrever na testa da pessoa nossas impressões, e fazemos muito pouco para mudar essa atitude.
Segundo: o que eu escreveria no meu rosto?
E você, o que você escreveria?
Retirado do Hypeness
Ícaro Malta
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